Doze hóspedes a bordo do Hans Hansson, um barco de expedição de 26,5 metros. Voo fretado até a Ilha Rei George, passeios de bote, desembarques e caiaque nas Shetland do Sul, e a volta por mar, atravessando a Passagem de Drake até as Ilhas Falkland. Com o capitão Guilherme Kodja.
HANS HANSSON · 26,5 M · NORUEGA, 1960Construído em 1960 na Noruega como barco de salvamento e reformado em 2005 para expedições polares, o Hans Hansson tem casco feito para mar pesado e acomodação para apenas 12 hóspedes, em seis cabines duplas totalmente aquecidas. Salão e refeitório são compartilhados, no espírito de um barco de expedição.
Operação náutica: 60 South, membro pleno da IAATO, com expedições em pequenas embarcações na Antártica desde 2015.
Na Antártica, os passeios e desembarques são feitos de Zodiac, o bote inflável de apoio que leva o grupo do barco até a terra e passeia entre o gelo.
Os navios de expedição costumam levar de 100 a 200 passageiros. Pelas regras da IAATO, no máximo 100 pessoas podem estar em terra ao mesmo tempo num ponto de desembarque, o que obriga os navios maiores a fazer rodízio nos botes. No Hans Hansson, o grupo inteiro sai junto.
ZODIAC · O BOTE DE APOIOO voo poupa os dois dias de Drake na ida. A volta é feita por mar, como nas expedições clássicas. Na Antártica, o plano é ajustado dia a dia pelo líder da expedição, conforme gelo, clima e permissões, para aproveitar as melhores condições.
De voo fretado, de Punta Arenas à Ilha Rei George.
Da Ilha Deception às Falklands, cruzando a Convergência Antártica.
De mar aberto, a 8 nós de velocidade de cruzeiro.
Do voo sobre o Cabo Horn às colônias de pinguins das Falklands. Na Antártica, passeios e desembarques dependem das condições e das permissões de cada dia.

Colônias de pinguins, focas, baleias, geleiras e bases científicas. O ponto alto da navegação é a entrada na caldeira vulcânica da Ilha Deception pelo Fole de Netuno, a passagem estreita que dá acesso à baía interna e à antiga estação baleeira de Whalers Bay.

Cerca de duas horas sobre o Estreito de Magalhães, a Terra do Fogo e o Cabo Horn. O embarque no Hans Hansson é feito de bote, direto da praia.

A ilha abriga estações de pesquisa de vários países, entre elas a brasileira Estação Antártica Comandante Ferraz.

A expedição termina em 6 de março nas Ilhas Falkland, com transfer ao Aeroporto de Mount Pleasant. Dali, você volta no voo de sábado para Santiago, via Punta Arenas, ou estende a viagem.
A viagem pode continuar depois do desembarque. Pinguins-rei, pinguins-saltadores-da-rocha, colônias de albatrozes-de-sobrancelha-negra e praias de areia branca, num dos arquipélagos mais selvagens do Atlântico Sul. Você escolhe quantos dias quer ficar a mais, e a gente ajuda a montar a estadia e os passeios.*
* Hospedagem e passeios dos dias adicionais não incluídos.
Os membros da expedição aprendem a ler o tempo e a planejar a rota com o líder da viagem, Guilherme Kodja. Na travessia até as Falklands, quem quiser navega nos turnos da tripulação. Quem preferir faz a travessia como hóspede.
Leitura de cartas sinóticas e modelos de previsão, o comportamento das baixas que cruzam o Drake, a escolha da janela para deixar Deception e o planejamento da rota.
No passadiço e na vigia, como tripulante em treinamento, ao lado da equipe profissional do Hans Hansson.
≈ 680 milhas. ≈ 85 horas de mar. Você no turno.
CAP. GUILHERME KODJACapitão, jornalista náutico e líder da expedição
No Hans Hansson, Kodja acompanha o grupo de Punta Arenas às Falklands e conduz a instrução de roteamento: leitura do tempo, estado do mar e a estratégia da travessia do Drake.
Com mais de 70.000 milhas navegadas, incluindo uma expedição à Antártica, é jornalista e consultor técnico da Revista NÁUTICA há mais de 22 anos. Fundou o Projeto Mantas de Ilhabela, integrado à Manta Trust, e é coautor das avaliações da Lista Vermelha da IUCN para a raia-manta oceânica.
Chegada e hospedagem incluída.
Segunda noite de hotel e briefing de segurança pré-voo.
Transfer do hotel ao aeroporto, voo fretado e embarque no Hans Hansson. O horário do voo depende do clima.
Passeios de bote (Zodiac), desembarques e caiaque entre a Ilha Rei George e a Ilha Deception. O plano é definido dia a dia pelo líder da expedição.
Saída da Ilha Deception rumo ao norte, cerca de 680 milhas náuticas, com turnos opcionais ao lado da tripulação e possibilidade de explorar as Ilhas Falkland conforme o tempo e o clima.
Desembarque e transfer ao Aeroporto de Mount Pleasant.
Rota e datas intermediárias são indicativas. Na Antártica, o plano depende de gelo, clima e permissões, e é ajustado a bordo para aproveitar as melhores condições.
Valores por pessoa, em dólares americanos e em ocupação dupla. A reserva é confirmada com sinal de 30%, e o saldo deve ser quitado até 15 de janeiro de 2027.
Consultar disponibilidadeNão há opção de ocupação individual. Saída de 22 de fevereiro de 2027 em Punta Arenas (Chile) e chegada em 6 de março de 2027 em Mount Pleasant (Ilhas Falkland). Roteiro sujeito a gelo, clima e permissões.
Saída das Falklands. A LATAM opera um voo semanal aos sábados de Mount Pleasant para Santiago, com escala em Punta Arenas. O dia 6 de março de 2027 é um sábado.
Antes da partida. Cada hóspede recebe a lista de equipamentos e roupas recomendados.
Chegar à Antártica num barco pequeno, com o grupo inteiro saindo junto nos botes, é privilégio de poucos. São só 12 vagas: 4 em suíte e 8 em cabine standard. Vale garantir a sua com antecedência.
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Sinal de 30% · saldo até 15/01/2027
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22 de fevereiro a 6 de março de 2027. Apenas 12 hóspedes. Garanta o seu com antecedência.